Novas pantufas!

Esses dias eu comentei com o Fê que desde criança eu sempre quis ter uma dessas pantufas gigantes de criança, mas eu nunca tive uma (até hoje ainda não sei porque).
Numa das minhas andanças de produção de moda encontrei essa no shopping. Na hora eu avisei o Fê e até fiquei confusa em qual escolher, tinham várias lindas! O meu critério para escolher essa foi por ser a mais espalhafatosa e “menininha” de todas.
Nesse feriado eu consegui meia folga e aprovei para estrear meu pernalonga de pelúcia, que é muito quentinho, por sinal!

Churros!!!

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Lembra do post da feira da Vila Pompéia? A gente ficou morrendo de vontade de churros aquele dia!
Como a vontade não passou, resolvemos procurar como se faz churros e descobrimos que é muito, mas muuuito fácil!
Como você pode perceber pelas fotos, a gente não tem aquele saquinho de confeitero que faz o desenho carascterístico do doce, mas quando você mergulha ele num pote de nutella, quem se importa??
Sem falar que o gosto é o mesmo daquele que marcou a nossa infância!

Pra quem quiser se aventurar na receita, segue os ingredientes e o passo a passo para fazer a massa. A cobertura você é que manda e a gente recomenda a nutella, que combinou bastante!

Ps: Aproveitando a vitrola, a trilha sonora enquanto a gente fazia o churros foi mais clássica impossível: The Beatles – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band.

Ingredientes:
1 ½ xícara (chá) de água
2 colheres (sobremesa) de manteiga
2 colheres (sobremesa) de açúcar
1 pitada de sal
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
Óleo, o suficiente para fritar
Açúcar e canela a gosto

Modo de fazer:
Em uma panela, coloque a água, a manteiga, o açúcar, o sal e deixe ferver. Acrescente a farinha de trigo aos poucos e, sem parar de mexer, deixe cozinhar por cerca de 5 a 10 minutos até que a massa fique homogênea e solte do fundo da panela. Deixe esfriar. Coloque a massa em um saco de confeiteiro com um bico com ranhuras e molde no formato desejado. Se você não possui um saco de confeiteiro, modele o churros com as próprias mãos. Frite a massa no óleo quente até que fique dourado e crocante. Em seguida, retire o excesso de óleo e empane no açúcar com canela.

“Nova” vitrola!

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A Isa está sempre procurando coisas na internet, mesmo quando não tem nada que ela queira comprar! Semana passada ela encontrou uma vitrolinha linda numa loja gringa, que não rolava da gente comprar agora. Mas quando ela me mandou o link, lembrei que eu tinha uma vitrola encostada na casa da minha mãe, que foi uma grande companheira na minha adolescência.
Esse toca discos tem uma história interessante, deve ter uns 30 anos e era do meu falecido pai. Eu encontrei ele por acaso num canto de casa junto com a sua coleção de discos. Eu estava no começo da minha adolescência, descobrindo sozinho e na base da tentativa e erro qual era meu estilo musical.
Como a minha mãe odeia musica e meu pai morreu quando eu era bem novo, nunca tive uma refêrencia musical em casa, então quando eu encontrei a coleção de vinis dele, tomei como base e passei muito tempo ouvindo de cabo a rabo os discos.
Com o passar do tempo e a facilidade da música digital, acabei encostando ela de novo, mas nesse final de semana a gente foi visitar a minha mãe e eu aproveitei para resgatar ela.
Agora ela tem um lugar cativo na sala de casa e voltou a tocar os mesmos discos sem parar, agora junto com alguns da coleção da Isa!